Uma cultura ao serviço do florescimento humano.
Este Manifesto nasce de uma pergunta: como pode a sabedoria da cultura portuguesa e lusófona contribuir para uma vida mais plena e para responder aos desafios do nosso tempo?
Das raízes ancestrais às expressões filosóficas, poéticas e espirituais, propõe redescobrir um património vivo, capaz de dar sentido ao presente e abrir horizontes de futuro — ao serviço do florescimento humano, da comunidade e da Terra.
“Portugal, o grande, o todo, o de amarelos, brancos, pretos e vermelhos, o de islamitas, cristãos, judeus, animistas, budistas, taoistas, o da América, Europa, Ásia, África, Oceânia […]”
Agostinho da Silva
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